A tese trava por
falta de método.
E método se aprende.
Mentoria para mulheres em tripla jornada que atravessam o mestrado ou o doutorado fora do molde tradicional, e querem chegar à defesa com voz própria, sem se perder no caminho.
Você abre o documento. Lê de novo o que escreveu na semana passada. Apaga. Escreve uma frase. Apaga. E fecha o computador com a sensação de que todo mundo entendeu alguma coisa que ninguém te ensinou.
Se isso te soa familiar, eu preciso te dizer uma coisa antes de qualquer outra: a culpa é do método que ninguém te ensinou. A escrita acadêmica é tratada como um código secreto, entregue a poucos e negado justamente a quem mais precisa dele. Você tem a inteligência. Falta a chave.
Escrever uma tese é como contar uma história. A história da sua pesquisa.
Você lê, entende tudo, mas não sai do lugar. Na hora de transformar a leitura em argumento próprio, a página fica em branco. Você não sabe como fazer aquilo virar a sua voz no texto.
O problema de pesquisa ainda não virou uma pergunta. Você tem muita coisa boa na cabeça, mas ela não se delimitou. E sem a pergunta, todo o resto trava, porque você não sabe o que está procurando.
A orientação some, ou não ensina a escrever. Você fica meses sem retorno, ou recebe um “está bom” que não te diz nada sobre como melhorar. Você está atravessando praticamente sozinha.
A sensação de que vão descobrir que você não devia estar ali. A síndrome da impostora, que não tem nada a ver com a sua inteligência, e tudo a ver com atravessar um lugar que não foi feito pra gente.
Eu não arrumo teses.
Eu caminho com você até a defesa.
Eu sou doutora pela USP, primeira da minha família na pós-graduação, mãe, e atravessei o doutorado exatamente como você está atravessando o seu: trabalhando, cuidando da casa, encaixando a pesquisa nas brechas da vida. Eu sei na pele o que esse caminho cobra de uma mulher. Por isso a minha mentoria cuida de você inteira: te ensina a chegar lá com método e com a sua identidade preservada.
Um caminho, percorrido junto
Diagnóstico
A gente olha o seu texto de frente. O que falta (problema, justificativa, metodologia), em que ponto o argumento perde força, e o mapa do que precisa ser feito. Você sai sabendo exatamente por onde começar, em vez de travar no escuro.
Construção
Percorremos o mapa ponto por ponto. Estruturação dos capítulos, alinhamento teórico, a sua voz autoral aparecendo no texto. Eu te seguro nos travamentos, com leitura crítica e suporte ao longo do caminho.
Defesa
Preparação para a qualificação e para a banca, no argumento e no emocional. A banca é um rito de passagem, um momento de reconhecer o seu trabalho. E você vai chegar nele com orgulho do que construiu.
Um verdadeiro acompanhamento, do seu lado, ao longo de toda a escrita.
- Leitura crítica do seu textoApontamentos com o olhar de quem revisa trabalhos acadêmicos desde 2017.
- Mapa de correção estruturadoO que falta, o que reorganizar, o caminho claro para a versão defensável.
- Suporte por WhatsAppAcompanhamento durante a semana, das 9h às 20h, para você seguir escrevendo com apoio em vez de travar sozinha.
- Biblioteca de materiaisTemplates de qualificação e capítulo em ABNT, cronogramas e modelos no Notion, para você não recomeçar do zero.
- Definição do problema e dos objetivosSe você está começando, a gente desata o primeiro nó: a pergunta de pesquisa.
- Preparação para qualificação e bancaDa estrutura dos slides à segurança para defender a sua autoria de cabeça erguida.
- Acesso aos novos lançamentosEnquanto você é mentorada, recebe os materiais que eu for criando: cronogramas, templates e ferramentas, sem custo extra.
- 2026Doutora em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela USP, com conceito reconhecido pela banca.
- 2017Revisora textual de dissertações e teses, com milhares de trabalhos acadêmicos acompanhados.
- 1ª ger.Primeira da família na pós-graduação. Atravessou o caminho sendo mãe, professora e mulher de origem não acadêmica.
- TesePesquisa sobre corpomemória afro-atlântica em Conceição Evaristo e Lília Momplé.
“A tese é uma história. E quem escreve é autora. Eu oriento mulheres a atravessarem o mestrado e o doutorado com método, narrativa própria e autoridade.”
Dra. Viviane Carvalho · @profvivicarvalho
Esta mentoria é seletiva
Eu atendo poucas mentoradas por vez, porque o acompanhamento é de perto. Veja se faz sentido para o seu momento.
É para você se
- Está no mestrado ou no doutorado e trava na hora de escrever.
- Concilia a pesquisa com trabalho, maternidade, vida real.
- Quer manter a sua voz crítica e a sua identidade dentro da academia.
- Está disposta a fazer o trabalho, com alguém do seu lado, não no seu lugar.
Não é para você se
- Procura alguém que escreva a tese por você.
- Busca o caminho mais barato em vez do mais cuidadoso.
- Não tem tempo nenhum para se dedicar à própria pesquisa agora.
Um investimento pensado com calma
Acompanhamento de 3 meses
R$ 497/mês
ou condição especial para pagamento à vista
O valor reflete o que a mentoria é: tempo dedicado, leitura cuidadosa do seu texto e presença ao longo da sua escrita. Você paga pelo acompanhamento de perto, de uma doutora que já fez essa travessia. Os detalhes do investimento e do formato a gente conversa na nossa sessão, depois de eu entender exatamente em que ponto você está e o que a sua pesquisa precisa.
Dúvidas comuns
Serve, e talvez seja o melhor momento. Quando a pesquisa ainda não virou uma pergunta, a gente desata exatamente esse nó primeiro: definir o problema, recortar o tema, encontrar o que você está de fato investigando. Começar com o caminho claro poupa meses de escrita perdida.
A mentoria foi pensada para mulheres em tripla jornada, porque eu fui uma. O acompanhamento respeita o seu tempo real, e o ponto é justamente fazer as suas horas renderem mais, com método, em vez de você se desgastar tentando descobrir tudo sozinha.
A mentoria te ensina a escrever de um jeito que liberta: você desenvolve autonomia sobre o próprio texto, em vez de depender de alguém para arrumar cada frase. Aqui a gente trabalha estrutura, argumento e autoria, a fundação da escrita, e não só a superfície dela.
Não. A conversa é para eu te ouvir e entender em que ponto você está, o que trava e o que a sua pesquisa precisa. Você sai dela com clareza sobre o seu próprio momento, com ou sem mentoria. Se fizer sentido para as duas, a gente fala dos próximos passos. Sem pressão.
Você não precisa atravessar sozinha.
Vamos conversar sobre a sua pesquisa. Uma conversa, sem compromisso, para entender em que ponto você está e se eu sou a pessoa certa para caminhar com você até a sua defesa.
Quero conversar sobre minha pesquisa Poucas vagas por vez · Acompanhamento de perto